No videomonitoramento com IA da Xeqmate, quem analisa as imagens é o servidor — na nuvem ou on-premise. Isso significa que qualquer câmera com vídeo RTSP ou RTMP recebe analíticos de detecção de pessoa, veículo, objeto, fogo e EPIs, sem trocar equipamento. E a calibração fina — áreas, condições de disparo, sensibilidade e horários — é o que separa alertas úteis de uma enxurrada de alarmes falsos.
No videomonitoramento com IA, algoritmos analisam o vídeo das câmeras e geram eventos quando detectam algo relevante — uma pessoa, um veículo, fogo. Na Xeqmate, esse processamento roda no servidor (na nuvem ou on-premise), não na câmera: qualquer câmera que envie vídeo por RTSP ou RTMP recebe os analíticos, sem hardware especial. O operador deixa de olhar dezenas de telas e passa a tratar eventos.
Essa arquitetura muda a economia do projeto: em vez de comprar câmeras "inteligentes" para cada ponto, a inteligência é um serviço aplicado às câmeras que já existem. O mesmo princípio vale para as IAs especializadas da plataforma — a leitura de placas (LPR) e o reconhecimento facial também podem ser processados no servidor a partir do vídeo comum.
Cada câmera pode rodar até 2 algoritmos de detecção simultâneos — escolha os que geram ação de quem monitora.
Atividade nas áreas definidas — o analítico de base para cenas que deveriam estar paradas.
Presença humana na área monitorada — o clássico da detecção de intrusão fora do expediente.
Veículos em áreas de interesse — pátios, acessos e zonas de circulação restrita.
Objetos detectados nas áreas desenhadas sobre a imagem da câmera.
Indícios de fogo na imagem — um alerta que não pode depender de alguém estar olhando a tela.
Equipamentos de proteção individual em áreas operacionais — IA aplicada à segurança do trabalho.
Alarme falso é o que mata uma operação de monitoramento. A calibração da Xeqmate ataca as causas, câmera a câmera.
Desenhe sobre um quadro real da câmera as regiões que interessam — cada área com nome e cor. Tudo fora delas é ignorado: é assim que se exclui a rua movimentada atrás do portão ou a árvore que balança.
O evento pode exigir uma quantidade mínima de objetos (ex.: 2 ou mais pessoas juntas), detecções consecutivas (reduz disparo por vulto) ou uma janela de tempo com presença contínua (ex.: alguém parado 5 segundos na área).
Baixa, média ou alta — o equilíbrio entre detectar e errar. A recomendação é começar na média com áreas bem recortadas: a maioria dos falsos positivos vem de área grande demais, não de sensibilidade.
Dias da semana e faixas de horário em que o analítico trabalha. O clássico: detecção de pessoa apenas fora do horário de expediente — dentro do expediente, gente circulando é normal.
Pesquise as capturas por tipo de detecção, câmera e período, com as marcações desenhadas na imagem — encontre o evento sem assistir horas de gravação.
Cada ocorrência é tratada com mudança de status e comentário — a operação sabe o que foi visto, por quem e o que foi feito. Conheça a Central de Eventos.
Push, popup e Telegram (perfil e grupos) levam o disparo até as pessoas certas, na hora.
Para quem opera muitas câmeras de muitos clientes, esse fluxo é o coração do serviço — veja como a plataforma atende centrais de monitoramento e como os analíticos se encaixam no VMS SaaS completo, junto de gravação, permissões e auditoria.
Cada veículo vira uma passagem pesquisável: alertas de placa, busca por foto ou voz, relatórios de comboio, coincidência, fluxo e mapa de calor.
Conhecer o LPRMonitoramento de faces em tempo real, alertas de face, comparação de rostos e módulo de indivíduos de interesse — com governança LGPD.
Conhecer o facialNão. Os analíticos da Xeqmate rodam no servidor — na nuvem ou on-premise. Qualquer câmera que envie vídeo por RTSP ou RTMP recebe detecção de movimento, pessoa, veículo, objeto, fogo e EPIs. O que muda com lente, altura e distância é a qualidade da cena, não a compatibilidade.
Detecção de movimento, pessoa, veículo, objeto, fogo e EPIs — até 2 algoritmos por câmera. Além deles, a plataforma tem IA especializada de leitura de placas e reconhecimento facial.
Com calibração por câmera: até 4 áreas de detecção desenhadas sobre a imagem (tudo fora é ignorado), condição de disparo (quantidade mínima, detecções consecutivas ou janela de tempo com presença contínua), sensibilidade em três níveis e horário de funcionamento. Na prática, a maioria dos falsos positivos vem de área de detecção grande demais — recortar bem a área resolve mais que mexer na sensibilidade.
Sim. O horário de funcionamento define dias da semana e faixas de horário em que o analítico trabalha. O uso clássico é detecção de pessoa apenas fora do horário de expediente: durante o dia, gente circulando é normal; à noite, é evento.
Em três lugares: na Busca Inteligente (pesquisa por tipo de detecção, câmera e período, com as marcações na imagem), na Central de Eventos (tratamento das ocorrências com status e comentário) e nas notificações — push, popup e Telegram.
Sim. O processamento roda em servidor na nuvem ou na estrutura do cliente — os mesmos analíticos, a mesma calibração e a mesma interface. Servidores cloud e locais convivem na mesma plataforma.
30 minutos com nosso time: conectamos uma câmera da sua operação ao vivo, ativamos um analítico e você vê os eventos chegando — antes de decidir qualquer coisa.
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